quarta-feira, 30 de março de 2016

El Chefcito Andrei habla sobre los g0ys heteros

     O chef Andrei o youtuber que mantém o canal AndreiTV, aborda geralmente o seu forte - a cozinha, mas também fala quando "lhe dá na telha", sobre qualquer assunto. Um desses temas que escolheu, pela pressão de seus seguidores foi justamente o comportamento heterogoy.

Assista aqui para ver o original. ou dê play no vídeo abaixo para assistir com legendas em português.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Respondendo a um antropólogo (--)

----------
Essa foi a participação do antropólogo Paulo Aguiar diante do texto "No sexo tudo é normal nada é pecado. Será?" onde eu argumento basicamente, que os conceitos hoje universais e transculturais tem uma origem na antiguidade e especificamente em uma única cultura onde o incesto e qualquer tipo de sexo entre parentes não era desejável. Recomendo a leitura do original para quem quiser se aprofundar. No caso dos g0ys (g-zero-ys) o texto tem um certo impacto, pois na origem das atuais e às vezes inconscientes "leis universais" do que é certo e errado em relação ao sexo - o sexo entre dois homens era considerado abominável, mas para surpresa de muitos o homo-erotismo não.

"Sou antropólogo e nesse texto tocou-se em duas questões muito interessantes. Nós antropólogos conhecemos muito da cultura judaica de uma forma indireta, um dos responsáveis por isso é Sigmund Freud, judeu e pai da psicanálise. Com esse seu texto relatando as leis judaicas, isto é, leis mosaicas em relação ao sexo fechou o circuito e as peças que faltavam no meu mapa cognitivo. Sim faz sentido a pedofilia não estar na lista, faz sentido Freud falar de sexualidade infantil de uma forma tão polêmica e do desenvolvimento psíquico. Freud nasceu judeu e morreu judeu e a sua teoria não afrontava o judaísmo (por quê?) e vi que no jogo da visão de mundo, nota-se que quase todas as origens das neuroses, psicoses e patologias gerais, seriam uma pulsão para uma quebra das leis, ora o que é a metáfora do Complexo de Édipo, que é central na psicanálise, o desejo sexual do menino sobre a mãe, isso é bater de frente com a Ló Tassê 330, a primeira das leis citadas na lista e que se for mal resolvido pelo acima do eu, que chamamos de superego, ao longo do desenvolvimento se traduz em um adulto com problemas psíquicos graves. 
Um outro judeu famoso e que alguns universitários querem afirmar que era ateu, é o nosso tão conhecido e comentado Albert Einstein, ora isso é tão sem nexo, que seria como afirmar que alguém é um ladrão-honesto, ou um evangélico que não fala em Jesus, ou quem sabe uma conjunção onde haveria o noite-dia simultâneo. A visão é que parece que o considerado top cientista do mundo não poderia ter sido um religioso, ora era sim. A ciência positivista nada mais é que a supremacia da razão e do método. 
A ciência deve ser laica, o cientista não necessariamente, muitos não entendem isso. Você [no texto] generaliza a questão indígena, mesmo sendo um universo enorme em que cada tribo tem a sua cultura própria e por isso há dezenas de visões diferentes sobre o sexo. 
Por exemplo conheci uma que não possui o conceito de casal, os parceiros são escolhidos pelas fêmeas no dia que elas desejam se aproximar e seus filhos são criados nãos pelos pais, mas pela tribo como um todo, em um conselho de fêmeas, algo muito parecido com um creche coletiva, onde ficam todas as mulheres da tribo cuidando das crianças o tempo todo. 
Mas, lógico a noção de parentesco nesse caso, fica efêmero. Veja bem, os índios não cumprem essas leis no sentido de que não se deve transar com pessoas da família, e nem poderiam, pois todos eles são primos e não haveria a possibilidade quantitativa de ser diferente, pois são pequenas comunidades humanas. Então realmente não é fácil essa questão, ela é cruel e que é de grande sofrimento. Não é uma situação tranquila, envolve sim muito sofrimento. É muito grande o nascimento de bebês indígenas deficientes, não é algo tranquilo, é algo que fica em 30% e às vezes chega até 50% dos nascimentos. As tribos não tem condições de manter vivos uma quantidade tão grande de pessoas que não trabalhariam, e por isso então matam-se todos os recém-nascidos deficientes, mesmo sendo um ato corriqueiro, é traumatizante para todos e para a mãe principalmente, que tem que se livrar da sua prole as vezes com poucas horas de vida."



-----------

Resposta ao antropólogo e sua brilhante intervenção:

- Paulo Aguiar tem razão em tudo que fala, a ciência e religião possui esse embate milenar, mas é preciso separar o que a ciência de quem a produz - os cientistas, da mesma forma que é necessário abstrair que o conceito de Deus, vai muito além das religiões, que são apenas visões filosóficas e/ou teológicas humanas.
Cada religião possui seu sistema de dogmas que em seu conjunto buscam fornecer interpretações a fenômenos físicos quanto a não físicos. Vários cientistas tem a imagens vinculadas a "agnósticos e ateus", mas muitos não foram; talvez hoje a visão de São Tomé - típica de vários cientistas, esteja sendo (re)apropriada indevidamente pelos pró-agnosticismo, nessa lista de pseudos ateus acrescentaria um famoso cientista social, 'endeusado" pelo pessoal de esquerda; Karl Marx também era judeu.

Sobre a questão indígena, na verdade não houve generalização, houve apenas uma afirmação, confirmada pela sua fala, o problema da consanguinidade é de fato sério. Mostra que ao contrário de diversas espécies de animais onde isso não existe, nós humanos temos algo que nosso, é próprio - e ainda não explicado pela ciência; e a humanidade até evoluir e incorporar esses "comportamentos sexuais" nas nossas mais diversas culturas e transformá-la em valores sociais, foi um caminho longo, duro e penoso, em que gerações e gerações foram necessárias para esse aprendizado.

Então, isso reforça a ideia que esses valores tem de fato uma origem no período do Exôdo, tal como citado,  e nossos indígenas não as seguem, não apenas pela questão quantitativa - que é uma questão objetiva; mas muitas vezes não seguem por não terem tido contato com outras civilizações que aprenderam como evitar esse grande contingente de nascimento de deficientes; caso eles o tivessem copiado de outras culturas, poderiam por exemplo estimular o casamento entre tribos, ou até mesmo o sexo casual com "estrangeiros" com a intenção de "capturar o seu DNA", vide a cultura dos esquimós, que são indígenas que vivem em situações remotas, entretanto incorporaram esses valores na sua vida e comportamento sexual. 
   
   

quinta-feira, 24 de março de 2016

Bromance assumido


 Jonah Hill e Tatum, a dupla protagonista do filme de ação, assume de vez que não são apenas um “dupla profissional” de policiais e sim uma dupla de ligação com o amor bromântico.



Nesse outro trailer, mostra-se cenas, onde os dois buscam terapia, porque a intimidade estaria crescendo demais e eles ficam confusos, com o: Será que não somos gays? Mas, depois tudo segue-se o fluxo normal g0y e com o bromance no estilo normal, com muita ação, incluindo também lances de comédia  e de aventura.



É o bromance típico do mundo g0y cada vez mais presente no cinema.

  


terça-feira, 22 de março de 2016

EL PAÍS, o principal jornal espanhol referenciou o mundo heteroflex

Com uma grande vantagem, apesar de ser escrito em outra língua, você pode lê-lo em português - na versão digital:









Leiamos o conteúdo:
---------

Sim, você leu certo: homens que ficam com outros homens e não são homossexuais. É mais habitual do que se pode imaginar. E é bem simples: um homem heterossexual conhece outro (num bar, numa rede social, tanto faz) e eles decidem fazer alguma brincadeira erótica. E, como se não bastasse, gostam. Depois, cada um segue com sua vida perfeitamente hétero, sem que o encontro os faça duvidar da sua orientação. O que leva alguns homens a essas práticas? E por que é incorreto catalogá-los como gays?
Hoje em dia, a aceitação da diversidade sexual é muito maior do que no passado. “À medida que há uma maior tolerância, todos saímos um pouquinho dos nossos armários”, argumenta o psicólogo, psicoterapeuta e sexólogo espanhol Joan Vílchez. “Homens que não chegam a se sentir muito satisfeitos sexualmente podem ter a chance de manter relações com outras mulheres, com um homem, ou de experimentar certas práticas que em outros tempos eram mais censuradas.” Para Juan Macías, psicólogo especializado em terapias sexuais e de casal, “conceitos como heteroflexível ou bicurioso estão permitindo aos homens explorarem sua sexualidade sem a necessidade de questionar sua identidade como heterossexuais”. Por outro lado, a Internet facilita o contato, que pode ser virtual ou físico.

Os especialistas acham isso a coisa mais natural do mundo, pois partem da premissa de que uma coisa é a orientação sexual de um indivíduo, e outra as práticas que ele realiza: “A condição sexual”, explica Macías, a condição sexual “é construída socialmente, não são categorias rígidas e excludentes, mas com implicações que afetam a identidade individual e social”. Hoje, forçosamente, parece que alguém precisa se encaixar em alguma destas três classificações: heterossexual, homossexual ou bissexual. Por outro lado, “a prática sexual é mais flexível e mais livre do que isso, é um conceito descritivo. Um espaço tremendamente saudável na exploração do desejo se abre quando a pessoa se liberta da identificação com constante da orientação sexual”, diz Macías.

-------
Assina a matéria:  

quinta-feira, 17 de março de 2016

As punhas coletivas são sucesso no Rio de Janeiro e dividem opiniões


Organizadores de punhas coletivas, não param de surgir no Rio de Janeiro.

Somente esse ano em pouco mais de um mês, já tivemos notícias pelas redes sociais de punhas coletivas na Barra da Tijuca, Seropédica, Meyer, e essa no centro da cidade que sempre se esgota, que conta até com vendas de ingressos antecipados ( https://roundtown.com/event/45580515/ENCONTRO-G0Y-PUNHA-COLETIVA-Rio-de-Janeiro-BR ou ainda o esquemão desse link:  https://www.eventbrite.com.br/e/encontro-g0y-punha-coletiva-tickets-6082) e isso sem falar de grupos mais antigos do Rio como TOP - tocadores oficiais de pu...

Claro que se eles estão bombando, é porque atrai público. Mas isso seria encontro g0y?

SIM - Nesses encontros não há sexo anal, a maioria são de jovens que são da nova geração que já não vincula a masturbação mútua ao mundo gay e também há um grupo grande de héteros casados, que querem apenas interação homoerótica, com outros semelhantes, sem serem confundidos - como se quisessem "algo a mais".

NÃO - Os argumentos contrários a essas "festas" no geral se baseiam no fato que os encontros no clima de orgias são menos afetivos, são somente eróticos, são mais fugazes e não fortalecem amizades que são parte de um pensamento forte no meio g0y.

Olha na minha sincera opinião, sem falsos moralismos. A interação ser superficial ou não é típico do ser humano em todas as esferas de interação social. Em um ambiente assim, é provável realmente não haver um clima propício para a abertura de novas amizades, porque sobretudo não cria um ambiente favorável a dois dos requisitos primordiais - o diálogo e a conversa.

Mas ao invés de colocar a culpa no clima atual da sociedade mais individualista, no ambiente, nos outros, etc. vai a dica, mesmo nos ambientes mais inóspitos... que tal, primeiro tente puxar e iniciar a conversa, talvez se surpreenda ao ver que o outro responda e assim dê o inicio ao diálogo. A amizade sem conversa e sem troca de ideias, não existe.  

Agora se o diálogo e as relações vão se aprofundar, aeh vai depender do tempo, das afinidades, da disponibilidade de cada um. Enfim no mundo g0y as amizades também nascem espontaneamente, assim como no mundo real, o rótulo g0y apenas indica antecipadamente algumas preferências e isso permite que pessoas semelhantes se aproximem, o que por sua vez, aumenta a chance de encontrar a sua turma, de compartilhar suas visões e claro com isso também encontrar, firmar redes e fortalecer novas amizades.

Abraços

domingo, 13 de março de 2016

Para quem ainda tinha dúvidas!

Confirmado o ator Caio Castro é um heterogoy (ou quem sabe... será bisex?)
Fotos de paparazzo pegando o nosso brother no flagra!


quinta-feira, 10 de março de 2016

5 dicas de como identificar falsos g0ys em chats e redes sociais




ABRA O OLHO!

(1) O Principal, pois nas conversas privadas é o mais comum. Regra 3 de 1. O papo de um não g0y é meio genérico e ao mesmo tempo padronizado. Segue-se a esse papo não personalizado, para poder copiar e colar em várias janelas ao mesmo tempo.
  O papo geralmente segue:
- Oi
- Aguarda sua resposta
- De onde você é? (essa etapa sofre variações, alguns são mais "criativos" e trocam a frase para: Qual é a sua idade? Que faz da vida? É casado? E até alguns mais diretos, Você é g0y?
- Aguarda sua resposta.
- Bingo, PASSO TRÊS agora sim começa o papo de fato, onde ele digita algo, e joga sempre um papo curvo, no sentido de papear putaria... Nesse quesito sempre haverá a indução para algo sexual. 
Por mais que você se esforce, querendo falar de outra coisa, TESTE !! Logo você verá que se você buscar fugir e puxar qualquer outro tipo de assunto, ele se desviará e voltará ao tema - a sacanagem. Pronto Bingo! Ele não é g0y - pode fechar a janela ou retirar do seu add sem grilos.  

     (2) As vezes ele não segue esse padrão, mas logo de cara, o falso g0y dá um jeito para ir logo dizendo aquilo que faz e o que não faz com um homem. Quando é um casal swinger, note que é até comum um papo mais "direto"! No entanto, o verdadeiro g0y single normalmente é mais contido e por mais taras que ele tenha, ele solta "aos poucos". Já o cara que quer se aproximar dos g0ys "para tirar casquinha", ele já dispara e começa o discurso sexual de cara. Diz que curte tal ato, que não gosta de tal ato, ele às vezes te apresenta uma (a sua) cartilha comportamental na cama. CUIDADO ! Muitos  vão dizer que não gostam de afeminados, que ele é machão blá, blá, blá... Pois acham que isso cria afinidades e que isso lhe atraia. Isso sem falar daqueles que jogam e chegam com um argumento controverso de que dá a bunda não retira a masculinidade... Mas nós g0ys sabemos que gostamos de caras naturais e não adeptos do sexo anal, e não de gays másculos que não pareçam ser gays. Não é questão de aparência, mas de essência.

     (3) Não gosta de muito blá, blá, blá virtual e por isso sempre procura marcar encontros. Ótimo! Mas note, alguns g0ys até são g0ys e querem encontros fortuitos, do tipo encontro para punheta, encontro para gouinage, encontro para troca de casais liberais, encontro para toques coletivos, encontros para frot... enfim isso existe? Existe. MAS HÁ UMA DIFERENÇA, esses caras não vão tentar marcar um encontro exclusivo com você. Mas provavelmente será um encontro com 3, 4, as vezes 05 ou mais pessoas. Encontros via web mais eróticos e do estilo individual, são raros e porque são raros? Um pouco de raciocínio lógico...Via de regra o contato intimo entre g0ys é consequência de uma amizade (ou de uma intimidade mínima), e esses caras que já querem o corpo a corpo  SOZINHOS e rápido..., alegam discrição, mas no minimo, são duvidosos. se topar verá na prática que isso acontece muito mais entre um não g0y curioso e querendo só te conhecer ao vivo, do que entre dois g0ys. CUIDADO! No geral são meros especuladores, somente querendo saber se "você existe" e se você topar algo mais íntimo, ele tentará o tempo todo, te seduzir para fazer o que ele gosta - sexo anal inclusive, poderá ser uma merda, evite esse tipo de situação. Converse muito antes de marcar encontros individuais. 

     (4) G0ys autênticos, costumam marcar encontros em bares, pizzarias, shoppings, enfim locais públicos e não levar desconhecidos para um apê logo de cara. Por motivos óbvios. Porque a intimidade afetiva ou erótica, nem sempre acontece e se não rolar também está tudo bem, vão beber, rir, jogar conversa fora, divertir-se e está bom demais. O não g0y sai frustado de um encontro desses, pois as suas intenções eram outras e não apenas a interação social. Por isso ele tenta marcar algo em locais "não neutros". Afinal o cara quer pegação e de preferência um "algo mais". Exemplos: Para um primeiro encontro, o cara sugere encontrar contigo na porta de uma boate X, alegando que não se importa com o publico, o som é legal, etc... Hã?? Vamos nos ver num local que mal dá para conversar?? Marca um encontro no seu Apê, alegando que a mulher vai estar fora, ou que os pais viajaram, ou ainda que não topa no barzinho pois a grana tá curta. Hã?? Vamos nos ver num local que mal dará para se sentir a vontade, pois ainda não se conhece o dono do apê?? ABRA SEUS OLHOS !
Se é para ser criativo, se ele diz está sem grana, ou não bebe por isso não quer bar - o que pode ser verdade, não podemos generalizar!! Dê mais uma chance para ele mostrar que é g0y de fato...  Sugira uma caminhada no parque. Para isso só é necessário o dinheiro da passagem e uma barra de cereal ou um pacote de biscoito água e sal. Existem exposições e peças teatrais gratuitas em grandes cidades e, nas pequenas cidades, a praça da matriz cheia de bancos e arvores é uma boa pedida. Opções é que não faltam. 

     (5) O cara tem um discurso de ódio aos gays. Fala a todo tempo como ele é macho, falando gírias forçadas, fala o todo tempo das mulheres chamando elas de vadias, cachorras, sempre com uma palavra chula e uma linguagem depreciativa em tudo o que diz. Isso é relativamente comum e MUITO CUIDADO: A experiência popular diz que esse cara: ou é um pitboy fazendo um personagem ou é um completo gay encaixotado. ((Infelizmente ainda existe pessoas que acham que o movimento g0y é um motim de machos exterminadores de gays e de mulheres feministas....)).
SE for a segunda opção, será um encontro ruim pois haverá um clima de sedução o tempo todo meio que querendo te convencer que se tornar gay por um dia, poderá ser legal... SAIA FORA!!
SE for a opção primeira pode ser uma merda maior ainda.
 Mas, pra seu azar, você só saberá depois do encontro. Será uma situação onde por auto-defesa, ele quer que você faça tudo, enquanto ele não faz nada. Ele te tratará como um prestador de serviços. Quer masturbação e/ou quer oral (o mais comum são esses dois), mas não quer contatos (nem frot, nem gouinage, nem abraços).
Ele não faz a menor questão de retribuir nada que você faça, sequer o carinho que você faz ou tenta fazer nele. Se arriscar mais, vai passar pelo constrangimento pois ele pode virar o rosto quando você tentar um beijo. Diz palavras chulas como "eu sei que você gosta disso" é como se ele não gostasse..., "dá um trato em mim", é como se você fosse inferior e também não merecesse um trato; sabe o que é, é que sou novato... mmmmm PRONTO taí, essa frase até que vale; essa é uma opção onde esse tipo de travamento pode ser válido, mas se é novato, porque já foi tão "direto", seria melhor mano seguir os passos mais tranquilos, primeiro conhecer, segundo amizade, terceiro afeto, enfim buscar se enturmar e, etc. Vá com mais calma brow!!  G0ys são homens que compartilham amizade, carinho, erotismo e afeto entre si e apreciam o masculino. É uma postura de quebrar a barreira heteronormativa que afirma que contatos íntimos não são coisas de homem. A nossa tese é que é coisa de homem sim, mas claro, tem que ser dentro de limites, limites que não são apenas culturais, são também pessoais. É Só isso!!

Super abraço Brows!

segunda-feira, 7 de março de 2016

Tem macho que não pode beber - Equipe Arrastão

Alopração total com a galera do interior - Equipe arrastão.
Enquanto cair na manguaça e se jogar soltinho na pegação heterogoy até aeh beleza! Agora véio o perigo é cair na famosa frase que o *ú de bêbado, kd o dono.

quarta-feira, 2 de março de 2016

O dia em que decidi realizar o plano estratégico da minha DEMISSÃO.


Foi isso mesmo que você leu, já tracei o meu plano estratégico de demissão e outros, alguns dos meus amigos irão me falar:

- Mas você está louco? Mal começou nesse emprego.

Mas quem realmente entende de gestão de projetos não irá se surpreender. Eis que te pergunto: Aonde você quer estar daqui a 30 anos? Provavelmente pensou em um alto cargo em uma grande empresa nacional ou multinacional, gerenciando e liderando uma grande equipe de pessoas. Mas, e se colocarmos a pergunta para daqui a 3 anos? Aonde você almeja estar?

Devido a essa pergunta decidi traçar o meu plano de demissão, pois para chegar aonde desejo a 30 anos devo planejar agora. Esse plano abrange todos planos que vou alcançar daqui 3 anos, em média, e se caso não acontecer, pedir a minha demissão (ou não).

Esse plano deve ser sempre atualizado por ano, podendo variar o real ano da demissão, nele podemos incluir certificações, cursos, especializações, mestrados e principalmente aquela almejada promoção, e se ela não sair, a demissão com um novo emprego pode surgir.

Alguns vão achar curioso se eu falar, outros até assustar, mas antes de trabalhar no meu emprego atual já estava com meu plano de demissão pronto.

Na vida se quisermos alcançar o que sonhamos, devemos planejar. A nossa vida é um projeto ambulante. Além de planejar a sua demissão, preocupe-se com outros planos. Porque não planejar as férias? Aonde você quer ir? O que precisará guardar por mês para concretizá-lo?

Planeje o casamento ou divórcio, não é necessariamente que você está planejando o divórcio que você vai se separar, você pode ainda estar amando a pessoa e simplesmente prorrogar a data do projeto, os projetos da vida permitem totalmente uma solicitação de mudança de data de “entrega” do projeto.

O mais importante de todos, planeje a sua saúde. Você realmente quer chegar aos 74 anos? (Tempo médio de vida dos brasileiros). Para isso, planeje a sua saúde, você realmente acha que com a vida que leva conseguirá chegar a essa idade? É melhor planejar-se. Exames, visitas ao médico e principalmente hábitos de vida mais saudáveis, devem virar rotina para evitar uma doença surpresa.

E para todos os planos que você for fazer, coloque-se em primeiro lugar. Tome como perspectiva quantos anos ainda lhe restam de vida. Daqui a quantos anos você quer não trabalhar mais nas sextas feiras? Daqui a quantos anos você não quer mais trabalhar, e enfim se aposentar?

Planeje, afinal, você não quer estar velho, trabalhando no que não gosta e reclamando que ganha pouco. Ou quer?


Não gosta do trabalho que tem? Coloque em ação o seu plano de demissão.

--------------------

RESPOSTA DO BLOG-

OK. GRANDE DOUG ISSO VALE TAMBÉM PARA NAMOROS ONDE AS VEZES OS CARAS PIRAM PERGUNTANDO-SE O TEMPO TODO:
  CONTAR OU NÃO CONTAR?
 ENCOLHER-SE PERANTE A NAMORADA E SUBMETER-SE A CULTURA HÉTERO NORMATIVA (AINDA) VIGENTE?
ISSO SÃO DECISÕES DE PLANEJAMENTO DE VIDA, TAL COMO AGORA ACABOU DE FALAR.

BROTHER, SÓ ESPERO É QUE NÃO ESTEJA PENSANDO EM PEDIR DEMISSÃO DO NOSSO BLOG ... HEiHE
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Publicidade